Tradução

"Nunca deixe de sonhar"

"Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor de sua história, renovam as forças do ansioso, animam os deprimidos, transformam os inseguros em seres humanos de raro valor. Os sonhos fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades." (Augusto Cury)

sábado, 8 de setembro de 2012

Companhia X Compania


Quanto mais pensamos que sabemos mais precisamos aprender a aprender.
Pensar a língua, como funciona e como se organiza, é um caminho com menos curvas para o aprimoramento de nosso aprendizado.

A linguagem requer de nós, falantes da Língua Portuguesa, convicção em nossa mensagem, e isso é possível por meio do conhecimento real das palavras.  É comum ouvirmos palavras e expressões corriqueiras sendo empregadas de acordo com o rápido e o prático. São de extrema importância o reconhecimento da linguagem formal e informal, e aprender a nos comunicar de acordo com a necessidade de comunicação. Não é erro, visto que convivemos com diversas formas de comunicação, adaptadas e resultados de realidades linguísticas diferentes, mas sem erros de ortografia. É comum também na Língua Portuguesa o surgimento de neologismos, principalmente na literatura, o que favorece a interpretação do texto e enriquece a obra. Alguns vícios de linguagem até facilitam a pronúncia de algumas palavras, mas podem afetar automaticamente a escrita.  A Internet também tem contribuído para o emprego da linguagem informal, inclusive a redução de palavras pelas abreviaturas aleatórias, enfatizando os vícios linguísticos e ausência da norma culta.

A dúvida aqui é entre as palavras: COMPANHIA OU COMPANIA?

“Compania”, de fato não existe no léxico de nossa Língua Portuguesa, existindo apenas na linguagem oral (vício de linguagem).

COMPANHIA: palavra formada por sufixação / companha + -ia. Substantivo feminino.  Ato de acompanhar. Presença (É muito difícil não estar feliz na companhia da família). Economia, empresa (A companhia de dança registrou participação significativa de jovens da região). Verbetes derivados: acompanhar, companheiro. Expressão: fazer companhia.
                                                 


  
Disponível em: <http://www.dicionariorapido.com.br/companhia/> acesso em 08 de setembro de 2012.

Márcia Neves

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

De volta às aulas. O que fazer no primeiro dia de aula?

Imagem disponível no google imagens. Acesso em 31 de julho de 2012.




É uma alegria para nossos alunos poder retornar à escola depois das merecidas férias, para rever amigos, conversar, brincar etc., mas quando o assunto é estudar, logo resistem. Há alunos que faltam neste dia por acreditar que não haverá nada de interessante (assim dizem) , outros não querem faltar para não perder as orientações sobre trabalhos e provas, além de evitar faltas desnecessárias. Há ainda os que acreditam que no primeiro dia de aula os professores não farão chamada e todos receberão presença. E agora? O que fazer no primeiro dia de aula? Brincadeiras, dinâmicas, vídeos[...]? São tantas as possibilidades, não é mesmo!? Vale ressaltar que, embora seja o primeiro dia de aula depois das férias, é um dia letivo. Assim, as atividades para este dia devem ter coerência com o planejamento pedagógico; é interessante que não fiquem fora do contexto, que façam sentido no processo de ensino-aprendizagem e formação do cidadão.
Pensando nestes e outros fatores, preparei para meus alunos de EFII uma simples lembrancinha (pequeno chinelo em EVA), e anexei ao mesmo um pensamento sobre caminhada, retomada, e motivação. E quanto aos conteúdos de Língua Portuguesa? Como retomá-los? Optei por não usar o livro didático neste primeiro momento, nem desenvolver nenhuma atividade escrita. Logo organizei uma apresentação em datashow: reuni fotos (fotografadas nas ruas), imagens com mensagens, piadas, anúncios e tiras, retiradas da internet (facebook)´, já que é um local muito visitado,  livre para postagens, e acessível à situações comunicativas formais e informais. Esses slides possibilitaram o diálogo, interação do grupo, reflexão sobre o funcionamento da Língua Portuguesa, apontando possíveis equívocos no emprego da linguagem, o que proporciona falsa compreensão, ambiguidades e até humor. Assim, foi possível revisar, de uma forma menos cansativa, muito dos conteúdos que havíamos estudado no semestre anterior, e até um modo divertido de rever os conceitos, conduzindo-os a encontrar tais discordâncias, e justificá-las com autonomia de quem aprendeu e reconhece os próprios erros.  De acordo com o envolvimento dos alunos, observei que foi uma atividade interessante, visto que serviu, também, como autoavaliação.


 "Por mais longa que seja a caminhada o mais importante é dar o primeiro passo." (V. de Moraes)

Gradativamente, a experiência possibilita o aperfeiçoamento de nossas faculdades.
Prof.ª Márcia Neves.
 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Aprender a aprender - motivação


Este é um dos vídeos que mais me motivou a continuar querendo aprender. Na educação, muitas vezes, nos sentimos fracos, sem criatividade, e até incapazes diante de algumas situações implanejadas, inclusive rotineiras. Mas somos educadores, e o nosso ofício requer muita força de vontade. Ensinar não significa oferecer um modelo pronto de aprendizagem, de ensino. Diante de minha pouca experiência confirmo o que muitos autores já disseram: o ensino só acontece quando há aprendizagem e vice-versa. Aprender antes de tudo exige persistência diante das necesssidades de querer aprender. Aprender demanda querer descobrir, compreender, e conseguir, e para que isso seja possível, o professor tem um papel fundamental, uma vez conhecedor de seus objetivos diante das necessidades reais de aprendizagem, de oferecer condições de produção, criar situações modelo, possibilidades que mostrem o caminho a ser trilhado, e acima de tudo ser paciente com o seu diferente, criar expectativas e proporcionar confiança, o que é perceptível na interação dos personagens neste vídeo.
No início deste ano (2012) ao descobrir este vídeo, não hesitei em levá-lo para a escola onde trabalho. Reunimos todos os alunos do E.F.II no pátio do colégio para assistí-lo, e a seguir passamos uma caixinha com papéis em branco (cores sortidas a propósito), no qual cada aluno deveria resumir em uma palavra a sua visão peculiar do mesmo. Curiosamente alguns alunos fizeram um ponto de interrogação, o que tornou a atividade ainda mais relevante. A ideia era dividi-los em pequenos grupos de acordo com as cores, para que estes discutissem, discordassem e apresentassem suas conclusões, mas acabamos em um único grupo (grupão), e os resultados supriram as nossas expectativas. Alguns se mostraram curiosos para entenderem a final o que queríamos passar, pois achavam que não tinham entendido absolutamente nada; outros ficaram inquietos, queriam falar tudo o que captaram, até recontar a história. Concluímos que mesmo sem linguagem, o vídeo foi capaz de nos motivar, visto que faz com que sejamos autores da história enquanto os pesonagens se movimentam, e ainda nos remete aos tempos de cinema mudo. Essa atividade nos levou a discutir assuntos imprescindíveis no espaço escolar: força de vontade, respeito, educação, aceitar o diferente, compromisso, comprometimento, ser diferente, ser a própria mudança etc.
E foi uma aceitável dinâmica em um momento oportuno, que pode ser aperfeiçoada e enriquecida ainda mais.

Abraços!

domingo, 29 de julho de 2012

Dia Internacional da Mulher

 Parabéns, Mulher!


Neste dia especial
De luta e recordação
Não poderia deixar
De homenagear um irmão.

São anos de história
Coragem e dedicação
Mas já provou que pode
Transformar uma nação.

Administrar uma empresa
Com muita dedicação
Auxiliar esse serviço
Com estima e união.

Coordenar com objetivos
Sabedoria e confiança
Com o trabalho coletivo
Formamos uma aliança.

Olhar com carinho
Pensar com necessidade
Observar o andamento
E rever os resultados
Faz parte da lida
No trabalho diário.

Ela que de frente
Reflete a esperança
Enxerga com sabedoria
E leva o mundo adiante.

Na Arte uma mágica
Na mágica uma dança
Na Ed. Física um movimento.
Na História uma lembrança.
Na Matemática uma lógica
Na Geografia um espaço
Na Ciência a descoberta
De sua própria segurança.

No Português a confiança
Na L.P.T a construção
No Espanhol e no Inglês
O domínio e a expansão.

No espaço escolar
Constante transformação
Alunos curiosos
Professores dedicados
Diretora nem se fala, exemplo de educação.
A secretária então merece a nossa saudação
E a tia da limpeza, missão e coração
Sem falar na delicadeza de nossa coordenação.

Na luz podemos ver
A sede de mudança
Nos bastidores descobrir
A mágica da perseverança.

São essas mulheres
Que almejam mudanças
Conciliam seus objetivos
Com o impossível da tolerância.

Parabéns a você, mulher!


Prof.ª: Márcia M. S. Neves
08 de março de 2012.


Adaptação em tempo real


A educação pede pressa. Adaptação em tempo real. A sociedade cobra uma educação mais próxima à realidade tecnológica. E nossas escolas estão se adaptando ao mundo digital? E nossas famílias? Estão abertas para aceitar e valorizar o diferente, estão se conscientizando da relevância e da necessidade de se apropriar do mundo virtual? 

Como educadora, posso dizer que enfrentamos uma revolução educacional. As exigências de adaptação para um mundo que se diz "globalizado" são reais. Novidades não param de chegar ao mercado. As dificuldades também são reais. Algumas instituições de ensino já contam com alguns recursos midiáticos que podem subsidiar o nosso trabalho, e como! Mas, infelizmente, ainda há escolas se ponderando quanto a essa necessidade de adaptação. O que precisa ser repensado com urgência, a fim de desenvolver um trabalho coerente com as necessidades de aprendizagem de nossos atuais alunos, visto que há constante transformação do homem, não são os homens que estão, necessariamente, mudando o mundo, mas a tecnologia está fazendo com que o homem se transforme e molde um novo espaço. 

E nós, professores, estamos conseguindo acompanhar as transformações?  A nossa profissão realmente nos faz professar, não é verdade? Nossa formação será contínua, e nossa eterna faculdade será pra sempre a sociedade. Ás vezes, nos sentimos perdidos no meio das novas gerações, e costumamos proferir: "na minha época os alunos não eram assim", não é mesmo? Mas devemos estar atentos às mutações do mundo, na nossa época também era assim, mas com realidades diferentes. Na minha prática pedagógica (que inclusive ainda é de pouca experiência, mas de muita verdade e dedicação) redescubro a cada dia que, embora a educação tenha pressa de adaptação, não podemos ter pressa nas nossas atividades, mas muita coerência com nossos objetivos, e acreditar que estamos contribuindo com as carências na educação e plantando sementes que requer tempo hábil para germinar, assim acontece na educação, há resultados que só aparecem no tempo certo, e quando temos consciência disso, aprendemos também a controlar nossa ansiedade, contornar os obstáculos,  e saber esperar com sabedoria os frutos de nosso trabalho.

Para encerrar: "A persistência é o menor caminho do êxito." (Charles Chaplin)


Boa sorte, professores!

sábado, 28 de julho de 2012

Internet x escola - Jornal Hoje - Estudante é suspensa por publicar na internet os resultados das tarefas



Vídeo disponível em: <http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=MHvpBwAbfLk&feature=endscreen&noredirect=1>
Acesso em 28 de julho de 2012.


A tecnologia faz parte do nosso cotidiano, a mídia nos ajuda a pensar, aprender, compreender o mundo, mas saber os mecanismos de funcionamento dessa tecnologia é fundamental. Recursos "modernos" têm nos servido de subsídios para melhorar a qualidade do nosso trabalho. E na escola, estamos observando essa realidade?
Este vídeo pode nos servir de exemplo para reflexões advindas do uso da internet na escola. Não podemos fugir de uma realidade necessária e inevitável. A educação tem pressa. Precisamos estar atentos e fazer uso dessas ferramentas modernas, que facilitam o nosso trabalho, e permitem certa organização de estudo a depender dos objetivos propostos. Assim como viabilizam interação entre professor, aluno e processo de aprendizagem, fazendo com que todos os participantes sejam responsáveis pelo processo e juntos atribuam sentido real  ao ensino. Precisamos orientar  nossos alunos a respeitto da liberdade que a mídia nos oferece e fazer uso desta com conhecimento. Sendo que é um momento de troca constante entre aluno e professor na sala de aula.