Tradução

"Nunca deixe de sonhar"

"Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor de sua história, renovam as forças do ansioso, animam os deprimidos, transformam os inseguros em seres humanos de raro valor. Os sonhos fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades." (Augusto Cury)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Avaliação

Uma questão relevante ao processo de ensino/aprendizagem é a avaliação. Ao falar de avaliação não nos referimos apenas ao ato de avaliar o aluno, mas de avaliarmos também, por meio do aluno, a qualidade de nosso trabalho. Isso tem nos levado a pensar em formas de avaliação, e se o modo como procedemos, atualmente, está coerente com nossas necessidades de certificação de nossa prática.
Acredito que a lição de casa faça parte deste processo, mas não a considero autosuficiente. Acredito na avaliação contínua, portanto esta não deve ser vista de forma fragmentada, mas como um todo, como resultado de um conjunto de ações. Penso que quando realizamos uma avaliação (prova) escrita, nada mais estamos fazendo do que seguir uma legislação e atender partes burocráticas de um sistema. Noto se meus alunos estão aprendendo, e se estou desenvolvendo um trabalho coerente com suas necessidades, quando acontece na sala de aula, uma troca de aprendizagem, participação, interação dos alunos, quando existem questionamentos, quando os alunos se colocam reponsáveis no processo e o professor nada mais que um intermediador no meio, assim acredito que estatísticamente os resultados poderão ser positivos...

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Reflexão

Da abstração à realidade. Assim o professor tenta se virar nos 30, sem concorrer a prêmios, na perspectiva de aproximar os devaneios do alunado atual às suas necessidades reais de aprendizagem, sem fugir da legislação, porém ultrapassando seus limites de formação profissional a fim de evitar a indisciplina na sala de aula e a sua insatisfação pessoal e profissional...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O Sucesso da Mala

Respiro ofegante. Trago nas mãos uma pequena mala e uma agenda tinindo de nova. É meu primeiro dia de aula. Venho substituir uma professora que teve que se ausentar "por motivo de força maior". Entro timidamente na sala dos professores e sou encarada por todos. Uma das colegas, tentando me deixar mais à vontade, pergunta:

- É você que veio substituir a Edith?

- Sim - respondo num fio de voz.

- Fala forte, querida, caso contrário vai ser tragada pelos alunos - e morre de rir.

- Ela nem imagina o que a espera, não é mesmo? - e a equipe toda se diverte com a minha cara.

Convidada a me sentar, aceito para não parecer antipática. Eles continuam a conversar como se eu não estivesse ali. Até que, finalmente, toca o sinal. É hora de começar a aula. Pego meu material e percebo que me olham curiosos para saber o que tenho dentro da mala. Antes que me perguntem, acelero o passo e sigo para a sala de aula. Entro e vejo um montão de olhinhos curiosos a me analisar que, em seguida, se voltam para a maleta. Eu a coloco em cima da mesa e a abro sem deixar que vejam o que há lá dentro.

- O que tem aí, professora?

- Em breve vocês saberão.

No fim do dia, fecho a mala, junto minhas coisas e saio. No dia seguinte, me comporto da mesma maneira, e no outro e no noutro... As aulas correm bem e sinto que conquistei a classe, que participa com muito interesse. Os professores já não me encaram. A mala, porém, continua sendo alvo de olhares curiosos.

Chego à escola no meu último dia de aula. A titular da turma voltará na semana seguinte. Na sala dos professores ouço a pergunta guardada há tantos dias:

- Afinal, o que você guarda de tão mágico dentro dessa mala que conseguiu modificar a sala em tão pouco tempo?

- Podem olhar - respondo, abrindo o fecho.

- Mas não tem nada aí! - comentam.

- O essencial é invisível aos olhos. Aqui guardo o meu melhor.

Todos ficam me olhando. Parecem estar pensando no que eu disse. Pego meu material, me despeço e saio.



Entre a sala de aula e a literatura
A paulistana Cybele Meyer, há 18 anos moradora de Indaituba, a 102 quilômetros de capital paulista, é a campeã da segunda edição do concurso Era Uma Vez - Especial Dia do Professor. Seu texto concorreu com mais de 450 enviados para o site de NOVA ESCOLA, um número 50% maior do que no ano passado. O trabalho, como pedia o regulamento, consiste numa crônica sobre o cotidiano do professor.

O tema está presente na vida de Cybele há 30 anos: ela já foi professora de Educação Infantil, do Ensino Fundamental, do Médio e do superior em Pedagogia. Desde o início deste ano, se divide entre a coordenação pedagógica de uma escola e a formações de professores.

Cybele escreve textos literários diariamente, tanto em seu blog como em sites sobre Educação. "Com O Sucesso da Mala, quis passar para os educadores a ideia de que na prática pedagógica não há fórmulas mágicas ou milagres." Com o prêmio que ganhou - uma mala com 61 livros de formação e literatura -, a bagagem desta professora deve ficar ainda mais recheada de boas propostas.
Disponível em:< http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/sucesso-mala-634205.shtml > acesso em 10 de agosto de 2011.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

IX Jornada de Educação da Faculdade de Pedagogia debate a Educação Musical nas escolas

IX Jornada de Educação da Faculdade de Pedagogia debate a Educação Musical nas escolas

Metodologia - técnica - tática - ferramenta didática

Um recurso didático, por mais completo que se apresente, só terá significado se o professor
possuir habilidades necessárias ao processo de desenvolvimento da aprendizagem, ou seja, mesmo diante da modernidade e da sociedade altamente tecnológica, o educador continua sendo o principal agente na sala de aula, e o êxito de suas atividades depende, exclusivamente, do modo como as atividades são conduzidas diante dos objetivos propostos no processo de ensino.

Antes de reclamarmos da falta de recursos modernos em nossas escolas, vamos refletir sobre nossas capacidades como educadores, e lutarmos por uma realidade melhor, que se aproxime cada vez mais, às necessidades reais de nossos alunos, pois como protagonistas de nosso trabalho temos a autonomia de reivindicar melhores condições de trabalho, e desenvolvermos um trabalho coerente, e quiçá satisfatório diante das  diversidades culturais e necessidades de aprendizado.

"Qualquer técnica só terá êxito nas mãos daquele que a utiliza com entusiasmo e espontaneidade".
A Educação é a única saída para um mundo melhor, e essa melhoria depende muito de nós.
Amo minha profissão e não desisto nunca.

sábado, 6 de agosto de 2011

Walter Savage Landor

"Lutei com nada e nada valia a lida.
Amei a Natureza e logo após a Arte;
Aqueci as mãos ante o fogo da vida;
Tudo se afunda e estou com quem já parte"

Poeta inglês, em Grandes Poetas da Língua Inglesa do Século XIX